O que fazer quando os estilhaços de seu coração cristalizaram e já não há espaço para remediar. Entre masmorras, torres e jardins, a menina da varanda saltou para o infinito e deixou para trás rastros de dor.
Há pouco na madrugada quando o caos é festa e o amanhecer segue impune. O dourado dos seus sonhos reflete os sonhos profundos que alcançara no outrora. Por que escrever detalhes de chagas tão únicas quanto o seu sorriso.
Hoje caminha na companhia segura de uma canção concreta. No entanto, o ontem manchou sua aura e todos os dias parecem clamar por a reconstrução de uma imperatriz bifurcada.

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